1. Infidelidade Conjugal

2. Medo da verdade.

3.Ex-marido traído ganha direito à indenização por danos morais.

4.Psicologia da Mentira(aprenda detectar quando alguém está mentindo)

1. Infidelidade Conjugal

19 Ago 2004
Por: Psicóloga Elizabeth Van Gysel Franck

A infidelidade tem ramificações importantes no estudo do comportamento humano. Ignorar esse aspecto da condição humana deixaria grandes lacunas em nosso conhecimento.

Do ponto de vista estritamente reprodutivo, a poligamia seria o ideal. Mais exatamente, a "poliginia": um homem para várias mulheres. Ela aumenta a variedade da prole, o que diminui a probabilidade de ocorrência de doenças geneticamente transmissíveis e torna a espécie humana mais adaptável à mudanças de ambiente. Mas, o assunto fidelidade ultrapassa o aspecto meramente biológico. Não é recomendado, na nossa cultura, que um homem utilize o argumento da poliginia para justificar sua infidelidade.

Se formos analisar a Infidelidade no âmbito do sexo casual, podemos dizer que este é uma preferência masculina, o que se poderia chamar de uma determinação ancestral. No sexo casual, tudo o que o homem tem a perder são alguns espermatozóides. Se fecunda uma parceira, ele ainda ganha descendência sem ônus biológico. Já as mulheres gostam de sexo num contexto mais afetivo pela simples razão de que arcam com um custo muito grande se escolheram o homem errado. Sexo sempre envolveu o risco de engravidar e, por isso, elas não podem gastar suas chances com qualquer um. Essa determinação ancestral masculina foi refreada por meio da instituição do casamento monogâmico, mas não inteiramente. O ser humano pode ser idealmente talhado para a monogamia, mas isso nem sempre funciona assim, pois há uma permanente luta entre a natureza básica do homem e as necessidades das mulheres, filhos, família, sociedade e civilização. Seja qual for nosso estado natural, estamos à mercê de forças sociais bastante artificiais já há muito tempo. Em nosso esforço para fazer a monogamia funcionar, temos que superar muitas coisas.

A realidade é que a monogamia não é a regra, pelos padrões de hoje. Estimativas moderadas são de que 60% dos homens e 40% das mulheres venham a ter um caso extraconjugal. Essas cifras são ainda mais significativas se considerarmos o número total de casamentos em questão, pois é improvável que todos os homens e mulheres que tenham casos venham a casar-se um com outro. Se mesmo metade das mulheres que tenham casos (20%) se casarem com homens não incluídos nos 60% que tenham caso, pelo menos um cônjuge terá um caso em aproximadamente 80% de todos os casamentos. Com tantos casamentos atingidos, é pouco sensato pensar que os casos sejam devidos apenas a fracassos e falhas de maridos ou esposas individualmente.
A maioria das pessoas supõe que a monogamia seja um aspecto normal do casamento e este é apenas um dos dos mitos enganosos que a sociedade como um todo, insiste em acreditar.
Este trabalho tem por objetivo, tentar esclarecer alguns dos tantos questionamentos e mitos que, com maior freqüência, se fazem presentes na abordagem sobre Infidelidade Conjugal.


1. POR QUE OCORRE A INFIDELIDADE?


Os motivos que levam as pessoas a terem casos são mais complexos do que se possa imaginar. Desde a não compatibilidade conjugal até à monotonia que pode tomar conta do casal em determinada etapa do casamento.
Se os cônjuges satisfazem-se plenamente no aspecto sexual e, mesmo assim, um ou outro comete o adultério, esta necessidade não é apenas sexual e sim afetiva, sentimental, ou quem sabe esteja procurando alguém que o escute, ou apenas uma conquista que eleve sua auto-estima.
Paralelamente, no entanto, as pesquisas demonstram que um dos um dos parceiros poderá vir a buscar fora a satisfação sexual que não encontra no casamento.
Sobre homens, é menos comum do que se imagina, encontrar alguns vivendo um caso extraconjugal que começou pelo simples fato de não conseguir resistir à uma "tentação" e esse "pequeno deslize" resulta em um caso que arrasta-se por anos, décadas, formando verdadeiras famílias paralelas. No entanto, se forem questionados, afirmam que amam tanto suas esposas como suas amantes.
Com as mulheres isso é um pouco diferente. Em geral, elas precisam de um motivo para trair, seja ele o alcoolismo incurável do marido, as sucessivas tentativas fracassadas de se tornar bem sucedido profissional e financeiramente, a constante violência emocional a que é submetida ou pela simples vingança de uma traição vivenciada. Para a mulher é bem mais fácil cair na armadilha do "amor romântico", imaginando que aquele "caso" suprirá todas as suas carências e, por isso, apaixonar-se é quase inevitável.


2. O VALOR DA MONOGAMIA


Nem todas as pessoas valorizam a monogamia, a honestidade, a intimidade. Algumas atribuem um valor maior a um conjunto de valores bastante diferente relativo à fidelidade e à infidelidade. Algumas pessoas, mais freqüentemente homens, insistirem em que não havia nada de errado com seus casos, pois eles aconteciam apenas pelo sexo e nunca envolviam proximidade ou afeto. Esses homens valorizam o distanciamento emocional. Para eles, a forma de sexo extraconjugal menos ameaçadora ao casamento seria como uma prostituta sem nome e sem rosto - cada vez uma diferente. Outros homens afirmaram que não havia nada de errado em suas infidelidade porque eles jamais mentiam para outras mulheres sobre seu status marital ou indiferença emocional. O valor "valorizado" aqui é a honestidade com as mulheres fora do casamento e a desonestidade cuidadosa com a esposa. Por outro lado, algumas pessoas, freqüentemente mulheres, dizem que suas infidelidades não são um problema na medida em que elas são respeitosas e envolvem um estado de paixão. Nada do que acontece tem má intenção e, portanto, é valorizado pela ausência de motivação exploradora, demonstrando que este não é um ato de hostilidade e nem uma tentativa de prejudicar o casamento ou o companheiro.

3. MITOS X REALIDADES SOBRE A INFIDELIDADE

3.1. MITO: TODAS AS PESSOAS SÃO INFIÉIS
* REALIDADE: A maioria das pessoas sabe que a infidelidade não é um comportamento comum, ainda que tentem se convencer de que todos fazem isso. Uma boa parcela de casais, que vivem num casamento intacto, não está sendo secretamente adúltera. Quando alguém está sendo secretamente adúltero, isso deve ser considerado um problema específico das pessoas envolvidas e não de um comportamento típico de um gênero, de uma época ou de uma sociedade. É mais sensato considerar a infidelidade como algo desarranjado e sintomático, não algo totalmente previsível, pois isso interferiria imensamente na confiança e intimidade do casamento.

3.2. MITO: OS CASOS FAZEM BEM AO CASAMENTO
* REALIDADE: Para a maioria das pessoas e dos casamentos, a infidelidade é perigosa. As exceções são raras e devem ser cuidadosamente analisadas. Os casos podem causar grandes danos. Casamentos podem se recuperar de casos, mas isso envolve um imenso trabalho e sofrimento. Um casamento com tamanha cicatriz pode ser mais exaustivo, e os parceiros podem esperar menos dele, mas não é o ideal de ninguém.

3.3. MITO: OS CASOS PROVAM QUE O AMOR ACABOU NO CASAMENTO
* REALIDADE: É comum supor que um homem casado e feliz não se enamora de outra mulher, nem deixa a esposa por uma aventura. Da mesma forma, nenhuma esposa arrisca um casamento feliz por causa de outro homem. Ter uma aventura prova que algo anda errado com o casal. No entanto, essa visão é falsa. As pessoas se envolvem em relações extraconjugais por várias razões e somente algumas delas refletem conflitos matrimoniais. O homem e a mulher casados e sexualmente insatisfeitos tendem a buscar fora da relação o que não conseguem nela. O problema não está no casamento, mas em cada um deles individualmente. Alguns, por exemplo, estão inseguros quanto aos seus próprios atrativos físicos e sua destreza sexual e decidem continuar provando para si mesmos que são muito bons nesta área.
Ao ter casos, podemos "afrouxar" o vínculo e "deixar de amar" o parceiro. Portanto, não é que deixamos de amar e então temos casos, mas que temos casos e assim deixamos de amar, quebrando um vínculo instintivo. A fidelidade tem a ver com aquilo que uma pessoa pretende fazer, não com aquilo que ela está inclinada a fazer.

3.4. MITO: O AFFAIREE É MAIS SEXY QUE O CÔNJUGE
* REALIDADE: Os casos, algumas vezes, são alternativas para o casamento, tentativas de encontrar um parceiro para ajudar a escapar de um casamento. Há pessoas que não conseguem tolerar a falta de um parceiro. Elas precisam encontrar um outro antes de deixar o atual. O novo relacionamento salvador não precisa ser muito sexual para estabelecer o vínculo que produz a parceria. A característica mais comum destes affairees é sua imediata disponibilidade e estes não tendem a ser um grupo surpreendentemente bonito, ou inclusive mais atraente do que a esposa ou o marido traídos.

3.5. MITO: O CASO ACONTECE POR CULPA DO CÔNJUGE
* REALIDADE: Uma pessoa não pode fazer uma outra ter um caso. A insatisfação num casamento pode ou não ser um esforço conjunto, mas as decisões sobre como lidar com uma situação intolerável são claramente individuais. A pessoa que está sendo traída não pode fazer com que os casos aconteçam, não pode fazer com que o traidor páre, mas pode ficar disponível para resolver quaisquer problemas existentes no casamento, embora estes venham a ser grotescamente distorcidos e exagerados na medida em que o caso continua ou é defendido. Ninguém é obrigado a agir influenciado pelas próprias atrações.

3.6. MITO: HÁ SEGURANÇA EM IGNORAR O CASO DO CÔNJUGE
* REALIDADE: Uma das racionalizações mais comuns de quem tem um caso é o que os olhos não vêem, o coração não sente. Se o cônjuge não manifestou suspeita é porque nada sabe. Mas, muitas pessoas que aparentemente ignoram os casos do parceiro, de fato suspeitam e estão sofrendo, mas como não sabem o que fazer, nada fazem. Para ambos os parceiros, esta racionalização é um meio de evitar o confronto com a realidade e esse adiamento, inevitavelmente leva a um aumento de desonestidade de ambos os lados. Quanto mais tempo se calam as suspeitas, mais difícil se torna enfrentá-las. As pessoas ficam imobilizadas pelo medo e confusão e não porque estão seguras quanto à fidelidade do parceiro.

3.7. MITO: DEPOIS DE UM CASO, O DIVÓRCIO É INEVITÁVEL
* REALIDADE: Não há decisão certa ou errada a tomar sobre permanecer casado ou divorciar-se após uma experiência de infidelidade. Isso porque as pessoas tem diferente valores e prioridades sobre fatores que influem nas suas decisões. Certamente, um caso acarreta uma grande crise no casamento. Depois desta crise, o casamento pode se tornar pior e pode se tornar melhor. Muitos relacionamentos, depois de um caso, podem tornar-se mais satisfatórios e até mais íntimos, quando há um recontrato sob a premissa de que a confiança precisa basear-se em honestidade e comunicação honesta, não na fé cega. Casamentos podem sobreviver aos casos se estes forem expostos.

4. À PROCURA DE CULPADOS
A primeira pergunta que a maioria das pessoas faz quando sabe de um caso do parceiro é: "Por quê?" e as respostas, em geral, tem base na culpa pessoal. Culpam-se a si mesmas, culpam o parceiro, o relacionamento ou terceiros. Essa reação é previsível pelo fato de que o mito da monogamia leva a ver os casos como um problema pessoal apenas, uma falha pessoal dos parceiros envolvidos. Ao examinar os efeitos dessa visão pessoal dos casos podemos entender melhor por que esse enfoque pode ser destrutivo nos esforços das pessoas para entender e resolver sua experiência.

4.1. A CULPA PESSOAL
Assumir a culpa pessoal em geral se amplia para incluir qualquer área na qual a pessoa acha que fracassou em ser "o melhor". Consideram o caso do parceiro como sinal de que não foram bastante perfeitos ou bem-sucedidos, ou suficientemente atraentes e interessantes. De fato, não há meio algum de "eliminar" a competição em todo aspecto da vida. Ocupar-se em ser o melhor num aspecto, diminui a quantidade de tempo e energia disponíveis para ter êxito em outros. Já que ninguém é perfeito, é fácil achar alguma falha pessoal como culpa pelo caso extraconjugal do parceiro. Aceitar a responsabilidade pessoal para determinar a conduta do outro leva, inevitavelmente, ao fracasso.

4.2. CULPANDO O PARCEIRO
A pessoa cujo companheiro tem um caso tende a ser muito amarga e ressentida com este quanto a seus sentimentos de constrangimento e dor.
A infidelidade pode não ser a pior coisa que um parceiro faça ao outro, mas pode ser a mais perturbadora e desorientadora, e, conseqüentemente, a mais capaz de destruir um casamento - não necessariamente por causa do sexo, mas por causa dos segredos e das mentiras.

4.3. CULPANDO O RELACIONAMENTO
Como há problemas em todo o relacionamento, há sempre alguma coisa que se acha que está faltando. Admitir causa e efeito entre certo problema e ter casos é uma explicação demasiado estreita para uma questão complicada. Sejam quais forem os problemas identificados num relacionamento, haverá numerosos outros fatores que também, facilmente, poderiam ser culpabilizados por um caso.

5. REFAZENDO A CONFIANÇA
Grande parte da hesitação que as pessoas sentem em confiar de novo após terem sido enganadas é que, em geral, acham que foram ingênuas por ter confiado antes, e não querem repetir o mesmo erro. Essa preocupação justifica-se na medida em que sua confiança inicial se baseava na crença do Mito da Monogamia, quando supunham que jamais teriam que enfrentar esse problema.
A maneira de restaurar a confiança não é fazer uma promessa de monogamia, mas fazer um compromisso com a honestidade e a principal força da honestidade está em compartilhar sentimentos. Quando o casal compartilha seus mais profundos sentimentos e até os mais dolorosos (como atração por terceiros ou receio do parceiro ter um caso), criam um entendimento mais profundo um do outro. O processo de discutir as atrações realmente diminui a probabilidade de agir em função delas.

6. O PASSADO NÃO PODE SER MUDADO, MAS PODE SER VISTO SOB OUTRA PERSPECTIVA
Como pode uma pessoa se recuperar depois de de desfeito o Mito da Monogamia? Como supera sua amargura e desgosto de enfrentar a realidade? Recuperar-se de uma fase difícil da vida implica utilizar a perspectiva obtida ao considerar-se outras possibilidades de conseguir satisfação pessoal. Muitas pessoas que passaram por esta difícil situação não só sobreviveram, como tornaram-se mais fortes e seguras como resultado de sua experiência. Um dos exemplos mais inspiradores é a história de uma grande mulher: Eleanor Roosevelt, que escreveu sobre sua perspectiva de vida conseguida após passar pela dolorosa experiência da infidelidade de seu marido, com uma de suas melhores amigas: "À certa altura do desenvolvimento descobrimos o que verdadeiramente somos, e então tomamos nossa decisão pelo que somos responsáveis. Tome essa decisão sobretudo quanto à você mesmo, porque você jamais viverá a vida de alguém, nem mesmo de seus filhos."

CONCLUSÃO

A fidelidade é algo que se faz pela relação, não porque o companheiro exige. Quando a fidelidade parece um ato de obediência, a pessoa fica desorientada. A relação se mantém funcionando quando há uma disponibilidade de manter satisfeito seu parceiro e a si próprio.
Os casos extraconjugais, não decorrem necessariamente de uma falta de consciência ou de imoralidade inerente, nem mesmo de insensibilidade. Atraição entre pessoas ocorrem naturalmente durante toda a vida. O casamento e mesmo o mais profundo amor, compromisso ou devoção não impedem estas atrações. O modo de reagir à atração e à tentação tem mais a ver com a história pessoal de cada um do que com a moralidade.Rejeitar o mito da monogamia traz significativos benefícios, tanto para o indivíduo como para a sociedade em geral. Para o indivíduo, pode aliviar seus sentimentos de vergonha e permitir uma avaliação realista do problema, levando-o a um compromisso com a honestidade e a uma chance melhor de manter um relacionamento monogâmico. E, para todos, há o benefício de não viver numa sociedade que destrói os valores que ela preza por sua hipocrisia e sigilo sobre monogamia e os casos extraconjugais.

Elizabeth Van Gysel Franck
Psicoterapeuta especializada em Terapia de Família e Terapia de Casal
CRP - 08/1572
E-mail -vangysel@sulbbs.com.br

CITAÇÕES BIBLIOGRÁFICAS:
1. LAZARUS, Arnold - Mitos Conjugais - Ed. Psy - São Paulo - 1985
2. PITTMAN, Frank - Mentiras Privadas - A Infidelidade e a Traição da intimidade - Ed. Ates Médicas - Porto Alegre - 1994
3. PUGLIA, Marcelo - Tudo o Que Você Queria Saber Sobre Uma Amante e ... Tinha Medo de Perguntar - Ed. WB - São paulo - 2000
4. SILVA, Ailton Amélio da - REVISTA VEJA - Ed. Abril - 21/07/1999
5. VHAUGHN , Peggy - O Mito da Monogamia - Ed. Rosa dos Tempos - Rio de Janeiro - 1989

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2.Você tem medo da solidão, divisão de patrimônio e cobrança familiar?


A investigação particular tem a grande vantagem de tirar suas dúvidas em total sigilo.
Na maior parte das vezes as pessoas conseguem tirar proveito das informações para uma manobra de salvar seus casamentos.
A  duvida acaba com qualquer paz de espírito.
Você não é obrigado  tomar uma decisão do dia para noite
Tudo pode ser programado articulado com inteligência para sua felicidade, acredite pense positivo!
Não sofra por antecipação, pois a verdade é sempre melhor e mais suave que o sofrimento da duvida.

3.Ex-marido traído ganha direito à indenização por danos morais.


O adultério foi flagrado por ele dentro da própria casa e no leito do casal
A 1ª Turma Recursal do TJDFT confirmou sentença do juiz do 1º Juizado Especial Cível de Planaltina que condenou uma mulher a pagar indenização por danos morais ao ex-marido. Ela foi flagrada pelo cônjuge, nua, em conjunção carnal com outro homem, na residência e na própria cama do casal. Porém, a indenização, inicialmente fixada em 14 mil reais pelo juiz, foi reduzida para 7mil reais pela turma recursal.

O autor da ação impetrou o pedido de indenização após a homologação da separação litigiosa pela vara de família competente. Na época do litígio, ficou comprovada a culpa da esposa que, segundo a sentença homologatória, “incorreu em quebra do dever de fidelidade, previsto no art. 1.566 do Código Civil”. Testemunhas ouvidas em juízo confirmaram o flagrante.

Insatisfeita com a condenação, a requerida entrou com recurso na 1ª Turma Recursal. Várias foram as alegações feitas: a incompetência do juizado para julgar o pedido por se tratar de assunto de origem familiar; o fato de já ter sido apenada com a perda do direito à pensão alimentícia à época da separação; e não possuir condições financeiras para arcar com o exagerado valor estabelecido pelo juiz a título de indenização.

Em resposta à contestação, os julgadores do recurso foram unânimes em confirmar tanto a competência do juizado para julgar o pedido quanto o dever de indenizar da ex-esposa. No entanto, por maioria de votos, decidiram que o valor determinado pelo juiz deveria ser reduzido para 7 mil reais, por conta da condição financeira da ré que é professora contratada.

Segundo o acórdão da Turma, “a possibilidade de haver indenização deriva de mandamento constitucional que diz ser inviolável a honra das pessoas, sendo assegurado o direito à indenização pelo dano moral decorrente de sua violação (Art. 5º,X, CF).” Para o relator do recurso, “o caso em questão não versa sobre uma mera negligência da relação de casamento que poderia ficar limitada à vara de família, mas sim a uma situação fática que colocou o autor da ação em uma delicada situação de exposição.”

Ainda de acordo com o voto do relator, “a infidelidade sozinha não gera nenhuma causa de indenizar, pois pode ser tratada como um vexame pessoal que, quando muito, provoca o desencanto no final de um relacionamento amoroso. Todavia, por exceção, como nesse caso concreto, quando a situação adúltera causa grave humilhação e exposição do outro cônjuge, aí sim, a responsabilidade civil tem vez.”

Desde março de 2005, a Lei 11.106 alterou diversos dispositivos do Código Penal Brasileiro. Dentre as mudanças, houve a descriminalização do adultério, antes considerado crime com previsão de pena de 15 dias a seis meses de detenção.

Não cabe mais recurso da decisão.

Nº do processo: Segredo de Justiça
Autor: AF

 

4. Psicologia da Mentira

Programa, o que você irá aprender:

  • 30 sinais de uma mentira
  • Armando-se para a batalha verbal e partindo para o ataque
  • Técnicas avançadas para revelar a verdade

Introdução:
Torne-se um detector de mentiras humano
"Quem tiver olhos para ver e ouvidos atentos pode convencer-se de que nenhum mortal é capaz de manter segredo. Se os lábios estiverem silenciosos, a pessoa ficará batendo os dedos na mesa e trairá a si mesma, suando por cada um dos seus poros!"
Sigmund Freud
Sabemos que a honestidade é à base de qualquer relacionamento humano. Mas, muitas vezes, as pessoas deixam de ser honestas conosco. É de grande valor estar ciente das verdadeiras intenções de alguém, e isso vai lhe poupar tempo, dinheiro e energia.
O que você vai ler abaixo é baseado no resultado de anos de estudos na área do comportamento humano; principalmente do trabalho do Dr. David J. Lieberman - um renomado Ph.D. em Psicologia e Hipnoterapeuta - em seu livro: "Never be lied again", o qual me influenciou imensamente na produção deste material. Lembro que não são meramente técnicas para se descobrir a verdade, mas sim técnicas poderosas e eficazes, os quais são utilizadas mundialmente por entrevistadores e interrogadores experientes.
Chegou a hora de saber as reais intenções das pessoas e impedir que elas tirem vantagem de você!
Apresento-lhe os 30 sinais de uma mentira. O corpo nos revela a verdade.
Estudos demonstraram que numa apresentação diante de um grupo de pessoas, 55% do impacto são determinadas pela linguagem corporal - postura, gestos e contato visual -


38% pelo tom de voz e apenas 7% pelo conteúdo da apresentação (Mehrabian e Ferris, "Inference of attitudes from noverbal communication in two channels", in The Journal of Counselling Psychology, vol. 31, 1967, pp. 248-52). Podemos concluir que não é o que dizemos, mas como dizemos, que faz a diferença. Sabendo disso, podemos usar a observação para nos ajudar a descobrir a verdade.

 

  • A pessoa fará pouco ou nenhum contato direto nos olhos;
  • A expressão física será limitada, com poucos movimentos dos braços e das mãos. Quando tais movimentos ocorrem, eles parecem rígidos e mecânicos. As mãos, os braços e as pernas tendem a ficar encolhidos contra o corpo e a pessoa ocupa menos espaço;
  • Uma ou ambas as mãos podem ser levadas ao rosto (a mão pode cobrir a boca, indicando que ela não acredita - ou está insegura - no que está dizendo). Também é improvável que a pessoa toque seu peito com um gesto de mão aberta;
  • A fim de parecer mais tranqüila, a pessoa poderá se encolher um pouco;
  • Não há sincronismo entre gestos e palavras;
  • A cabeça se move de modo mecânico;
  • Ocorre o movimento de distanciamento da pessoa para longe de seu acusador, possivelmente em direção à saída;
  • A pessoa que mente reluta em se defrontar com seu acusador e pode virar sua cabeça ou posicionar seu corpo para o lado oposto;
  • O corpo ficará encolhido. É improvável que permaneça ereto;
  • Haverá pouco ou nenhum contato físico por parte da pessoa durante a tentativa de convencê-lo;
  • A pessoa não apontará seu dedo para quem está tentando convencer;
  • Observe para onde os olhos da pessoa se movem na hora da resposta de sua pergunta. Se olhar para cima e à direita, e for destra, tem grandes chances de estar mentindo.
  • Observe o tempo de demora na resposta de sua pergunta. Uma demora na resposta indica que ela está criando a desculpa e em seguida verificando se esta é coerente ou não. A pessoa que mente não consegue responder automaticamente à sua pergunta.
  • A pessoa que mente adquire uma expressão corporal mais relaxada quando você muda de assunto.
  • Se a pessoa ficar tranqüila enquanto você a acusa, então é melhor desconfiar. Dificilmente as pessoas ficam tranqüilas enquanto são acusadas por algo que sabem que são inocentes. A tendência natural do ser humano é manter um certo desespero para provar que é inocente. Por outro lado, a pessoa que mente fica quieta, evitando a todo custo falar de mais detalhes sobre a acusação;
  • Quem mente utilizará as palavras de quem o ouve para afirmar seu ponto de vista;
  • A pessoa que mente continuará acrescentando informações até se certificar de que você se convenceu com o que ela disse;
  • Ela pode ficar de costas para a parede, dando a impressão que mentalmente está pronta para se defender;
  • Em relação à história contada, o mentiroso, geralmente, deixa de mencionar aspectos negativos;
  • Um mentiroso pode estar pronto para responder as suas perguntas, mas ele mesmo não coloca nenhuma questão.
  • A pessoa que mente pode utilizar as seguintes frases para ganhar tempo, a fim de pensar numa resposta (ou como forma de mudar de assunto): "Por que eu mentiria para você?", "Para dizer a verdade...", "Para ser franco...", "De onde você tirou essa idéia?", "Por que está me perguntando uma coisa dessas?", "Poderia repetir a pergunta?", "Eu acho que este não é um bom lugar para se discutir isso", "Podemos falar mais tarde a respeito disso?", "Como se atreve a me perguntar uma coisa dessas?";
  • Ela evita responder, pedindo para você repetir a pergunta, ou então responde com outra pergunta;
  • A pessoa utiliza de humor e sarcasmo para aliviar as preocupações do interlocutor;
  • A pessoa que está mentindo pode corar, transpirar e respirar com dificuldade;
  • O corpo da pessoa mentirosa pode ficar trêmulo: as mãos podem tremer. Se a pessoa estiver escondendo as mãos, isso pode ser uma tentativa de ocultar um tremor incontrolável.
  • Observe a voz. Ela pode falhar e a pessoa pode parecer incoerente;
  • Voz fora do tom: as cordas vocais, como qualquer outro músculo, tendem a ficar enrijecidos quando a pessoa está sob pressão. Isso produzirá um som mais alto.
  • Engolir em seco: a pessoa pode começar a engolir em seco.
  • Pigarrear: Se ela estiver mentindo têm grandes chances de pigarrear enquanto fala com você. Devido à ansiedade, o muco se forma na garganta, e uma pessoa que fala em público, se estiver nervosa, pode pigarrear para limpar a garganta antes de começar a falar.
  • Já reparou que quando estamos convictos do que estamos dizendo, nossas mãos e braços gesticulam, enfatizando nosso ponto de vista e demonstrando forte convicção? A pessoa que mente não consegue fazer isso. Esteja atento.

Armando-se para a batalha verbal e partindo para o ataque
Chegou a hora de usarmos um sofisticado e abrangente sistema de questionamentos que fará com que qualquer pessoa fale a verdade em apenas alguns minutos em qualquer conversa ou situação. Vou lhe armar com as melhores munições possíveis para que você vença rapidamente a batalha verbal e chegue até a verdade. Os resultados serão verdadeiramente surpreendentes.
Importante: Não esqueça de observar as respostas não-verbais (inconscientes) - os sinais que você acabou de aprender - após a sua pergunta.

  • Não acuse - Insinue: O objetivo é fazer uma pergunta que não represente nenhuma acusação, mas que insinue o possível comportamento da pessoa. Exemplo de uso:

Suspeita: Você acha que seu (a) namorado (a) foi infiel na noite passada.
Pergunta incorreta: "Você andou me traindo?"
Pergunta correta: "Aconteceu alguma coisa diferente na noite passada?"
Observe sua expressão corporal e alguma possível pista de preocupação e nervosismo com sua pergunta.


Qualquer resposta do tipo: "Porque perguntou isso?" ou "Alguém te falou alguma coisa?", seguidas de um certo nervosismo, indicam forte preocupação por parte da pessoa. Ela não estaria preocupada em saber porque você está fazendo tal pergunta, a menos que pense que você pode estar sabendo o que ela não quer que você saiba.

 

  • Situação semelhante:Aqui você vai apresentar uma situação semelhante à que suspeita que esteja acontecendo. O bom é que vai poder falar sobre o assunto sem parecer acusatório. Exemplo de uso:

Suspeita: Você acha que seu (a) namorado (a) está lhe traindo.
Pergunta incorreta: "Você está me traindo com Fulana (o) de Tal?"
Pergunta correta: "Sabe, minha (meu) amiga (o) Fulana (o) de Tal me disse que está muito desconfiada (o) do (a) seu (sua) namorado (a). Ela (e) tem quase certeza que ele (a) está cometendo uma traição. Ele (a) fica muito estranho (a) e nervoso (a) quando ela (e) fala sobre histórias de traição. O que você acha disso?" Se a pessoa for culpada, ficará preocupada, constrangida ou embaraçada e vai querer rapidamente mudar de assunto. Porém, se a pessoa achar que sua pergunta é interessante e ela for inocente, poderá iniciar uma conversa a respeito da pergunta. Esta é uma forte indicação de inocência, porque ela não tem receio de discutir o tema e não está investigando por quê você faz a pergunta.

  • Não é surpreendente?: Como no exemplo acima, aqui você vai abordar o assunto, mas de uma forma geral. Nos permitirá uma grande percepção de culpa ou inocência da pessoa. Exemplo de uso:

Suspeita: Você desconfia que seu (sua) noivo (a) está saindo com outra (o)
Pergunta incorreta: "Você está saindo com outra (o)?"
Pergunta correta: "Olha que absurdo... Hoje minha (meu) amiga (o) Fulana (o) de Tal me contou que pegou seu (a) noivo (a) com outra (o). Não é impressionante como alguém consegue ser infiel e não ter receio de ser desmascarado?" Quaisquer respostas que demonstrem reações de embaraço, nervosismo ou constrangimento, seguidas de perguntas como: "Por que está me perguntado isso?", além de tentativas de mudança de assunto, demonstram grande carga de preocupação e culpa.

  • Atacando o ego da pessoa. Aqui vamos usar o ego da pessoa contra ela própria. Vamos dizer a ela que jamais seria capaz de confessar, pois está sendo 'pressionada' por outra pessoa à não dizer a verdade e que essa pessoa manda nela. Esta técnica é muito usada por policiais. Exemplo de uso:

Suspeita: Você tem quase certeza que Fulano (a) roubou sua empresa
Pergunta incorreta: "Vai confessar que roubou minha empresa, ou não?"
Pergunta correta: "Acho que já sei qual é o problema: Você não me diz a verdade porque alguém manda em você. Você não tem o poder para decidir isso. Tem outra pessoa por trás disso e você não quer 'ficar mal' com ela, não é?" O mais incrível é que geralmente as pessoas acabam confessando e se sentindo orgulhosas de ter feito isso.

  • Indução: Aqui está uma poderosa técnica. Particularmente, já utilizei e obtive ótimos resultados. Elabore uma pergunta que restrinja sua resposta a algo que a pessoa pense ser positivo, de forma que ela não se importe em responder sinceramente. Exemplo de uso:

Suspeita: Alguém viu seu (a) namorado (a) numa festa na noite passada.
Pergunta incorreta: "Você andou fazendo festa escondido de mim?"


Pergunta correta: "Ontem, você chegou em casa após as 24h, não foi?" Se a pessoa tiver ficado em casa, ficará livre para responder, mas se tiver, realmente saído, mesmo assim se sentirá a vontade em responder sinceramente, porque você deu a entender que já sabia e não havia problemas. O fato de a pessoa ter voltado para casa de madrugada não está em questão. O importante é que você conseguiu a resposta à verdadeira pergunta.

 

  • Bumerangue psicológico: Com esta técnica, você diz à pessoa que ela fez algo bom, e não mau. Assim, ela ficará, completamente livre para lhe dizer toda a verdade. Exemplo de uso:

Suspeita: Você suspeita que fulano (a) está roubando sua empresa.
Pergunta incorreta: "Fulano (a), você anda me roubando?"
Pergunta correta: "Ei, Fulano (a)! Acho que podemos nos tornar sócios muito ricos! Parece que você, ultimamente, tem 'passado à perna' em mim, mas está tudo bem. Nós podemos trabalhar juntos, seu (sua) espertinho (a)! Me conte mais sobre suas incríveis técnicas... Quero aprender tudo!" Você quer aparentar que está contente por saber o que a pessoa está fazendo. Ela não terá saída e vai se abrir para você.
Outro exemplo: (Utilizado em entrevistas para emprego)
Suspeita: Você suspeita que o candidato à vaga oferecida mentiu sobre as informações em seu currículo.
Pergunta incorreta: "Fulano (a), você andou colocando informações falsas em seu currículo?"
Pergunta correta: "Fulano (a), nós dois sabemos que todo mundo inventa um pouco sobre seu currículo. Pessoalmente, acho que isso demonstra coragem, porque a pessoa não tem medo de assumir novas responsabilidades. Me diga, quais partes em que você foi mais criativo no seu currículo?"

  • Paranóia: Esta técnica de sugestão é muito poderosa e pode induzir a um estado temporário de paranóia na pessoa - principalmente se várias pessoas falarem a mesma coisa. Exemplo de uso:

Suspeita: Você suspeita que sua (seu) colega de trabalho está roubando o material de escritório da empresa
Pergunta incorreta: "Fulana (o), você anda roubando o material de escritório?"
Pergunta correta: "Fulana (o), acho que todo mundo já sabe sobre o material. Já reparou que, às vezes, eles ficam encarando você?" Se ela for mesmo culpada, vai se sentir encarada por todos e logo passará a aceitar a sugestão de que todos já estão sabendo do roubo. Você poderá verificar isso na sua expressão corporal de tensão e pavor, seguida de uma atitude de desconfiança diante das pessoas. Caso ela não seja culpada, não demonstrará nenhuma atitude e apenas vai achar que você está brincando com ela.
Técnicas avançadas para revelar a verdade: Os truques dos profissionais.
As técnicas abaixo devem ser usadas caso você esteja muito desconfiado da pessoa e ela se recusa a confessar.

  • Céu e inferno: Esta técnica cria uma espécie de fobia na pessoa e a única saída é confessar a verdade para você. Aqui usamos as forças que moldam o comportamento humano: Dor e o Prazer nos seus limites para nos revelar a verdade. Exemplo de uso:

Se você acha que sua colega de trabalho está roubando o material de escritório da empresa. Você falaria: "Fulana, já sei da verdade. Sei também que você já está se arrependendo de ter feito isso. Podemos resolver isso agora.


Você pode me contar tudo e esquecemos isso para sempre. Ninguém mais ficará sabendo e você continuará no seu emprego. Mas, pode escolher um caminho mais doloroso: Posso ir até nosso chefe e falar para ele. Você sabe que isso seria demissão na certa, não é? Além do mais sua imagem ficaria suja. Imagina todos seus colegas comentando sobre o que você fez? Portanto, para o seu bem, me confesse agora e terminamos com isso de uma vez por todas". Se vincularmos dor intensa e insuportável à idéia de mentir e prazer imediato à idéia de falar a verdade, ela só terá uma saída: falar a verdade!

 

  • Curto circuito: Com essa técnica você cria uma confusão mental na pessoa, enquanto implanta sugestões diretamente no inconsciente. Ela ficará confusa com a frase de abertura (estão em sublinhado nos exemplos abaixo) e entrará num leve transe enquanto você lança uma frase com comandos implícitos (estão em negrito) que serão completamente absorvidos pelo seu inconsciente. Exemplo de uso:

"Fulano (a), você pode muito bem acreditar nas coisas que pensava que sabia, e, se você quer... dizer a verdade... ou... não quer dizer a verdade...a decisão é sua. Portanto, me... diga a verdade..., agora!" Essa sentença é registrada pelo inconsciente em sua totalidade. Os comandos, "dizer a verdade", "diga a verdade" (Muito importante: o inconsciente não registra uma negativa - o 'não') e "agora" são enviados diretamente para o inconsciente, sem a pessoa - a parte consciente - se dar conta e mostrar resistência.
Outro exemplo:
Fulano (a). Eu não quero que você diga nada, a menos que, realmente, queira. E entendo que você já esqueceu o que havia pensado em querer, não é? Se estiver pensando consigo mesmo algo como... eu quero dizer à você, então simplesmente... diga ... Quando perceber que... esta é a decisão certa...você... irá me dizer a verdade... agora!
Importante:

  • Antes e depois do comando - que está em negrito - você deve dar uma pausa (...)
  • Ao dar o comando, aumente um pouco a voz e utilize uma tonalidade descendente.
  • Gesticule com as mãos ao dizer o comando.

Você também pode usar a técnica do curto circuito, com o intuito de apenas interromper a linha de raciocínio de uma pessoa. Utilize as frases abaixo quando quiser tomar o controle de uma conversa, ou temporariamente confundir a pessoa, enquanto você reúne seus próprios pensamentos. Abaixo você tem algumas frases que desenvolvi. Não esqueça de gesticular enquanto fala. Use com moderação. Se usar várias delas seguidas, poderá provocar uma forte confusão mental na pessoa.

  • Porque você ainda acredita em algo que duvidava?
  • Você, realmente, ainda acredita nas coisas que pensava que sabia?
  • Você duvidaria menos se acreditasse mais nas coisas que imaginava que sabia?
  • Você não lembra do que havia esquecido?
  • Se acreditasse mais nas coisas que falou, duvidaria menos das coisas que escutou?
  • Você acredita nas coisas que já sabia?
  • Como pode acreditar nas coisas que pensa que sabia?
  • Essa pergunta significa que você ainda duvida das coisas que imaginava serem verdadeiras, não é?
  • Você acredita mesmo, que já sabia disso?
  • Porque me perguntou algo que já sabia?
  • Se você já acreditava nisso, porque pensou que têm dúvidas?
  • Se você não esperava que eu acreditasse numa coisa dessas, porque me contou?
  • Você está concordando com uma coisa que já sabia, não é?
  • Como pode concordar de algo que acreditava ser mentira, antes mesmo de aceitar a verdade?
  • Quanto mais você acredita nas coisas que duvidava, mais concorda com a possibilidade de que tudo não passou de uma grande mentira?
  • Criações do inconsciente: Esta técnica utiliza comandos implícitos de um modo totalmente novo. Você vai oferecer uma sugestão que cria uma ação perceptível. Exemplo de uso:

"Fulana, eu não estou dizendo que você deverá ...enrijecer seu corpo... se ...estiver mentindo" Se ela for mesmo culpada, o inconsciente se encarregará de dar uma resposta.

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